O Brasil também caminha a passos largos no processo de Comunização…
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O Brasil também caminha a passos largos no processo de Comunização…
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Era para o aquecimentismo se perguntar se ainda vale a pena seguir com o mesmo ritornelo. Pois mais um estudo da revista americana Science veio tirar pretextos a seus slogans e a sua ideologia. E com dados de desmaiar.
Com procedimentos de medição mais precisos dos usados até agora, a equipe de cientistas constatou que a Groenlândia começou a aquecer há 19.000 anos, informou o jornal de Paris “Le Monde”.
Quer dizer, muitos milênios antes de aparecer a civilização, as cidades, indústrias etc. Porém, segundo o dogma ambientalista, a civilização atual provocou o aquecimento global que vai derreter as geleiras da Groenlândia. E, como resultado final, esquentará o mundo até deixá-lo como um astro morto.
Segundo o mesmo estudo, há 20.000 anos o mundo ainda estava no auge da última idade glacial e vastas camadas de gelo cobriam a América do Norte e o norte da Europa. A média das temperaturas era quatro graus centígrados inferior à da idade pré-industrial.
Modificações ocorridas há 19.000 anos na órbita terrestre aumentaram a energia solar recebida pela Groenlândia, pois o sol é o imenso determinante do frio e do calor.
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| Grupo de cientistas trabalhando no gelo da Groenlândia. |

Bo Vinther, membro da equipe, prepara um ‘ice core’ para inspeção visual.
Foto de Christian Morel
O benéfico aquecimento favoreceu a liberação de fortes doses de dióxido de carbono (o injustamente famigerado CO2), que ao se espalhar na atmosfera favoreceu a multiplicação dos vegetais, alimento natural dos animais e, por sua vez, fonte de matérias primas para os homens. Esses puderam então desenvolver a civilização num clima mais ameno.
O reaquecimento da Terra e o aumento do CO2 tornaram o planeta muito mais habitável, belo e aconchegante. E esses aumentos não aconteceram por causa das indústrias, dos carros e de outros engenhos humanos.
Pelo contrário, foram inteiramente independentes do homem, como também a era glacial prévia em nada resultou da atividade humana.
A hipótese desproporcionada de o homem estar determinando e até estragando o clima da Terra não tem base na realidade.
É uma suposição forjada que só se entende bem se se focaliza a ideologia de fundo panteísta religioso que anima a revolução verde afim com certas doutrinas que falam de um comunismo utópico vivendo na mata num regime de tribo primitiva.
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Nem sempre, a existência de eleições significa liberdade e democracia. Pode ser na verdade uma ditadura socialista (comunista) mascarada de democracia.
Ditador da Coreia do Norte reeleito com mais votos que Fidel Castro: 100%.
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A verdade do modelo de governo socialista (comunista) é clara e evidente. Penso que é melhor a liberdade com desordem que uma ditadura com ordem.
Justiça socialista: “culpados” a priori quase 100% dos indiciados.
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| 15 Janeiro 2014
Artigos – Desinformação

“The Devil In History” é um estudo enciclopédico sobre como a máquina de desinformação soviética e pós-soviética usou aqueles Negris para converter o antigo ódio europeu pelos nazistas em ódio aos EUA, o novo poder de ocupação.
No ano 2000, alguns dos meus antigos colegas da KGB tomaram o Kremlin e transformaram a Rússia na primeira ditadura de inteligência da história.
O livro “The Devil in History: Communism, Fascism and Some Lessons of the Twentieth Century”, do professor Vladimir Tismaneanu, é o livro definitivo sobre estas duas pestes bubônicas. Extremamente documentado e elegantemente escrito, traz à luz não apenas as semelhanças ideológicas entre fascismo e comunismo mas também os métodos de manipulação semelhantes usados por ambos para criar movimentos de massa destinados a fins apocalípticos.
Eu vivi tanto sob o Terceiro Reich quanto sob o Império Soviético e sei que um mero mortal qualquer que ousasse traçar um mínimo paralelo entre comunismo e nazismo acabaria atrás das grades – se tivesse sorte. Os nazistas, indignados, descartavam qualquer relação com o comunismo, do mesmo modo como os comunistas, nervosamente, rejeitavam qualquer comparação com o nazismo/fascismo. Mas não os seus líderes. No dia 23 de agosto de 1939, quando o ministro das Relações Exteriores soviético, Vyacheslav Molotov, e o seu colega alemão equivalente, Joachim von Ribbentrop, se reuniram no Kremlin para assinar o infame Pacto de Não-agressão Hitler-Stalin, Stalin estava eufórico. Ele disse a Ribbentrop: “O governo soviético leva muito a sério este novo pacto. Eu posso garantir, sob a minha palavra de honra, que a União Soviética não trairá o seu parceiro”. (John Toland, “Adolf Hitler” (New York: Doubleday, 1976, página 548)
Havia muitas razões para Stalin estar alegre. Tanto ele quanto Hitler acreditavam na necessidade histórica de expandir o território dos seus impérios. Stalin chamava isso de “revolução do proletariado mundial”. Hitler chamava de “Lebensraum” (espaço vital). Ambos basearam as suas tiranias no roubo. Hitler roubou a riqueza dos judeus. Stalin roubou a riqueza da igreja e da burguesia. Ambos odiavam religião, e ambos substituíram Deus pelo culto às suas próprias pessoas. Ambos eram também profundamente anti-semitas. Hitler matou cerca de 6 milhões de judeus. Durante a década de 1930, apenas Stalin – oriundo da Georgia, onde os judeus haviam sido escravos até 1871 – prendeu cerca de 7 milhões de russos (a maior parte judeus) sob a acusação de espionagem a serviço do sionismo americano e os matou.
“The Devil In History” não é o primeiro livro a estudar a relação entre fascismo e comunismo, mas é o primeiro escrito por um eminente estudioso em cujo sangue correm os genes dos dois movimentos. Os pais de Vladimir Tismaneanu lutaram pelo fascismo nas Brigadas Internacionais durante a Guerra Civil Espanhola, viveram em Moscou durante a Segunda Guerra Mundial como ativistas comunistas, compreenderam as tragédias provocadas pelo comunismo e terminaram a vida profundamente desencantados. O próprio Vladimir foi seduzido pelo marxismo (especialmente pelo neo-marxismo da Escola de Frankfurt) até deixar a Romênia, aos 30 anos de idade, em 1981. Ele se tornou professor anti-comunista especialista em estudos soviéticos e do leste europeu quando o marxismo-leninismo estava com força total e chefiou a Comissão Presidencial da Romênia para o Estudo da Ditadura Comunista em seu país, que condenou fortemente as atrocidades do comunismo. O primeiro livro de Vladimir em inglês foi publicado em 1988. O título é revelador – “The Crisis of Marxist Ideology in Eastern Europe: The Poverty of Utopia”. Quando muitos kremlinologistas focavam os seus estudos nas elites comunistas e nos conflitos mortais, Tismaneanu percebeu que o comportamento das elites era explicado pelo sistema de crenças leninista. Os líderes comunistas eram assassinos, sem dúvida, mas eram assassinos com uma ideologia. Nicolae Ceausescu, a quem conheci muito bem, era um comunista fanático que acreditava realmente que o comunismo estava do lado certo da história.
“The Devil In History” é tanto um livro sobre o passado quanto um livro sobre o futuro. Em novembro de 1989, quando o Muro de Berlim foi derrubado, milhões de pessoas gritaram “O comunismo morreu”. O comunismo soviético, como forma de governo, realmente morrera. Mas uma nova geração de pessoas, cujo conhecimento da vida sob o comunismo é pouco ou nulo, está tentando dar a esta heresia, agora vestida em trajes socialistas, uma nova vida na França, Grécia, Espanha, Portugal, Venezuela, Argentina, Brasil e Equador, e poucas pessoas estão prestando atenção a este fato. Em 15 de fevereiro de 2003, milhões de europeus tomaram as ruas, não para celebrar a liberdade desfrutada graças à luta dos americanos para impedir que eles se tornassem escravos soviéticos, mas para condenar o imperialismo americano, conforme descrito em “Empire” (de Michael Hardt e Antonio Negri, Harvard University Press, 2000), livro cujo co-autor, Antonio Negri, um terrorista disfarçado de professor marxista, esteve preso pelo envolvimento no sequestro e assassinato do primeiro ministro italiano Aldo Moro. O jornal The New York Times chamou o atual Manifesto Comunista de Negri de “o livro quente e inteligente do momento”. (David Pryce-Jones, “Evil Empire, The Communist ‘hot, smart book of the moment’”, National Review Online, 17 de setembro de 2001).
Durante 27 anos da minha outra vida, na Romênia, eu estive envolvido em operações destinadas a criar inúmeros Antonios Negris para desempenhar o papel de guerreiros da Guerra Fria em toda a Europa Oriental e usá-los para jogar a região contra os Estados Unidos. “The Devil In History” é um estudo enciclopédico sobre como a máquina de desinformação soviética e pós-soviética usou aqueles Negris para converter o antigo ódio europeu pelos nazistas em ódio aos EUA, o novo poder de ocupação.
Em 1851, quando Luís Bonaparte, o vil sobrinho de Napoleão, tomou o poder na França, Karl Marx disse a sua agora famosa máxima: “A história sempre se repete, a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”. “The Devil In History” documenta os atuais esforços dos esquerdistas para reviver as mentiras soviéticas, e isto mostra a sua ridícula natureza.
“The Devil In History” tem não apenas importância ideológica mas também histórica, pois torna o seu autor, Vladimir Tismaneanu, uma versão americana conservadora de Eric Hobsbawm, o mais respeitado historiador britânico.
Hobsbawm, morto há pouco com a venerável idade de 95 anos, era um polímata erudito, um esplêndido pesquisador e um excelente escritor. Infelizmente, também resolveu ser um marxista profissional e os marxistas são, por definição, mentirosos. Eles são obrigados a mentir porque a realidade de todas as sociedades marxistas tem sido devastadora, a um nível espantoso. Mais de 115 milhões de pessoas foram mortas em todo mundo na tentativa de manter vivas as mentiras do marxismo.
O quarteto de livros mais respeitado de Hobsbawm, “The Age of Revolution” e “The Age of Extremes”, aos quais dedicou a maior parte da sua vida, também são uma mentira: apresentam a história da revolução marxista soviética, evolução e ‘descentralização’ (evolution and devolution) que ignoram totalmente os gulags. São como uma história do nazismo ignorando o Holocausto, ou uma história do Egito desconsiderando os faraós e as pirâmides. Hobsbawm filiou-se ao Partido Comunista Britânico em 1936, e nele permaneceu mesmo após o seu eterno ídolo, a União Soviética, ter sucumbido. Hobsbawm jamais retirou a sua filiação ao Partido Comunista. Ele explicou: “O Partido… teve o primeiro, ou mais precisamente, o único direito real das nossas vidas… As exigências do Partido têm prioridade absoluta… Se ele mandar você abandonar a namorada ou a esposa, você deve fazê-lo”.
Vladimir Tismaneanu também se filiou ao Partido Comunista quando jovem – como eu fiz – mas rompeu com o partido quando o comunismo ainda estava com força total – como eu fiz – e expôs os seus males ao resto do mundo – como eu também fiz. A bem da verdade, devo registrar a minha imensa admiração por Tismaneanu e dizer que o considero um bom amigo, embora jamais tenhamos nos encontrado. Sob o meu ponto de vista, ele é o maior especialista em comunismo romeno e um dos maiores estudiosos do mundo sobre o Leste Europeu. O seu “Stalinism for All Seasons” é o mais amplo estudo sobre o comunismo romeno e o seu “Fantasies of Salvation: Democracy, Nationalism, and Myth in Post-Communist Europe” recebeu o prêmio romeno-americano da Academy of Arts and Sciences. Por sua incansável atividade de pesquisa, Vladimir Tismaneanu tornou-se um membro do prestigioso Institut fur die Wissenschaften von Menschen em Viena, Áustria, e recebeu o título de Public Policy Scholar do Woodrow Wilson International Center for Scholars.
A despeito da cobertura da imprensa sobre a corrida nuclear durante a Guerra Fria, nós, no topo do serviço de inteligência do bloco soviético naqueles anos, lutamos, naquela guerra, pela conquista das mentes – na Europa, na esquerda americana, no Terceiro Mundo – pois sabíamos ser impossível ganhar as batalhas militares. A Guerra Fria acabou realmente, mas, diferentemente das outras guerras, não terminou com um inimigo derrotado depondo as armas. No ano 2000, alguns dos meus antigos colegas da KGB tomaram o Kremlin e transformaram a Rússia na primeira ditadura de inteligência da história. Mais de seis mil antigos agentes da KGB estão nos governos russos federal e local. Seria como tentar democratizar a Alemanha com os oficiais da Gestapo no comando.
Vladimir Tismaneanu é o analista político perfeito para os dias de hoje, pois é um especialista nos dois legados, nazista e comunista. A despeito de diagnósticos otimistas e do excessivo wishful thinking, estas duas patologias não estão mortas. O esclarecedor livro de Vladimir Tismaneanu é um antítodo contra os novos experimentos do radicalismo utópico e da engenharia social.
O general Ion Mihai Pacepa, é o oficial de mais alta patente que desertou do bloco comunista. Obteve asilo político nos Estados Unidos. O seu novo livro, Disinformation, em co-autoria com o professor Ronald Rychlak, foi publicado pelo WND Books em junho de 2013.
Publicado no World Net Daily em 8 de julho de 2013.
Tradução: Ricardo Hashimoto
Fonte: Mídia Sem Máscara – Comunismo e nazismo: dois monstros idênticos.
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| 05 Dezembro 2013
Notícias Faltantes – Comunismo
Os advogados chineses que ousaram defender nos tribunais a internautas, jornalistas e defensores dos direitos humanos queixosos estão sendo presos, devido ao movimento de brutal repressão política desencadeado pela administração do novo presidente socialista Xi Jinping, segundo reportagem do ‘Le Monde’.
O advogado Li Fangping, defensor de longa data das vítimas das arbitrariedades na China denunciou as novas artimanhas processuais que estão sendo postas em prática.
Alguns advogados foram proibidos de defender causas “sensíveis” e tiveram que abandonar seus clientes no meio do processo. E os que ainda podem exercer, tiveram cerceada a liberdade de visitá-los.
Embora pareça tragicômico, quando as intimidações da ditadura não desanimam os dissidentes, os advogados podem vir a parar na prisão e serem torturados até seus clientes mudarem de pensamento.

O advogado Gao Zhisheng é um dos vitimados: defendeu direitos humanos
Foi o caso do advogado Tang Jitian, encarcerado em Heilongjiang, onde ele advogava por uma mulher enviada a um campo de trabalho forçado por causa de suas crenças religiosas.
Nove outros advogados vindos de diversas cidades conseguiram liberar a Tang Jitian. Ele já havia sido preso e torturado em 2011.
O internauta Dong Rubin, muito conhecido na província de Yunnan, está preso após manifestações contra a construção de uma refinaria em Kunming. Seus advogados penam para conseguir vê-lo.
“O patamar até onde a polícia pode intervir está cada vez mais largo”, disse Nicolas Bequelin, pesquisador de Human Rights Watch de Hong Kong.
“Um certo número de opositores que agiam em espírito de negociação com o regime e não eram incomodados, hoje são vítimas de um aparelho de repressão legitimado pela ampliação de poderes nas diversas campanhas repressivas em curso”, disse.
O ativista Guo Feixiong não pode ser visitado pelos seus advogados após 70 dias de prisão – o prazo máximo fixado pela lei é de 37 dias.

Campos de trabalho forçado crescem enquanto governo fala que estão fechando.
Guo Feixiong anima o Movimento dos Novos Cidadãos que quer dar mais importância à Constituição.
Guo foi acusado de ter “reunido uma multidão com o objetivo de perturbar a ordem pública”.
Os advogados temem que a resistência do governo em permitir às visitas aos presos se explique pelo fato “que as autoridades temem que encontrem sinais de tortura”.
Guo já foi cruelmente torturado durante outros encarceramentos, observou a jurista Eva Pils, professora da Faculdade de Direito da Universidade chinesa de Hong Kong.
O empresário Wang Gongquan está preso desde setembro pelos mesmos motivos.
As novas campanhas de repressão fizeram ressurgir a velha retórica contra a lei da China maoísta. As anteriores declarações do Partido Comunista pelo Estado de Direito já não são mais críveis, segundo o ‘Le Monde’.
O jornal francês relata que recentemente o presidente socialista Xi Jinping apelou a um método de “resolução de problemas internos” empregado em 1963 sob Mão Tsé Tung.
Tratou-se da chamada “experiência de Fengqiao”, na qual primou o ditatorialismo feroz.
“Todas essas noções estão no extremo oposto do Estado de Direito! Como podem ser aplicadas na China de hoje, que se diz voltada ostensivamente para a ‘sociedade harmoniosa’?”, queixou-se Qian Gang, ex-diretor do semanário liberal de Cantão, ‘Nanfang Zhoumo’, numa análise publicada pelo centro de pesquisas da mídia chinesa da Universidade de Hong Kong.
Defender a legalidade hoje na China de Xi virou um crime punido com o cárcere, campo de trabalho forçado e tortura.
Luis Dufaur edita o blog Pesadelo chinês.
Fonte: Mídia Sem Máscara – Pedir legalidade é crime na China de Xi Jinping.
Publicado em POLIT
É um velho clichê dizer que a tecnologia em si mesma não é boa nem má, mas que tudo depende de como ela é utilizada. No caso das tecnologias da informação e das comunicações, e da criança-problema delas, agora fora de controle, a Internet, que tanto revolucionou o mundo, parece que estamos hoje em uma encruzilhada crítica, onde tudo parece depender de qual caminho a humanidade finalmente decidirá seguir.
Como uma aguda espada de dois fios, a Internet e as tecnologias em rápida evolução em volta dela, estão destinadas a trazerem uma nova era de iluminação intelectual, cultural e espiritual, bem-estar material e verdadeira cooperação entre as nações dispostas a resolverem os problemas globais comuns; ou podemos estar na iminência de cairmos em um abismo de absoluto controle totalitário, violência intelectual, física e espiritual, e escravidão em massa em uma escala sem precedentes.
Como solucionar este dilema? Devemos certamente iniciar compreendendo três questões fundamentais: quem realmente controla essas tecnologias, quais são seus objetivos de médio e longo prazo e por que elas estão sendo usadas como modo como estão…
Para saber mais, clique no link: A Guerra Pelo Controle Total: Planejando a Sociedade de Vigilância Máxima do “Grande Irmão”
Nota do Editor: O artigo a seguir, usado com permissão do autor, fornece uma séria, porém necessária análise da progressão do socialismo em uma sociedade. Compreendendo as etapas do socialismo, você poderá entender melhor a direção que nosso país está seguindo. Este artigo foi escrito a partir do ponto de vista de um cidadão estadunidense, porém tem implicações que transcendem qualquer nação específica. John Loeffler é apresentador do programa de rádio semanal Steel on Steel (http://www.steelonsteel.com), que destaca os desafios históricos e contemporâneos para a cultura ocidental.
“Mas se o governo toma a seu encargo o aumento e a regulamentação dos salários e não consegue fazê-lo; se se encarrega de assegurar aposentadoria a todos os trabalhadores e não pode fazê-lo; se se encarrega de fornecer a todos os operários instrumentos de trabalho e não o consegue; se se encarrega de abrir créditos para todos os que estão ávidos de empréstimo, um crédito gratuito, e não o consegue; se, de acordo com as palavras que com sentimento vimos brotar da pena de Lamartine, “o estado chama a si a missão de iluminar, desenvolver, engrandecer, fortificar, espiritualizar e santificar a alma do povo” e fracassa, por acaso não se vê que, ao final de cada decepção, infelizmente, é mais do que provável que uma revolução seja inevitável?” — Frédéric Bastiat, A Lei, (junho de 1850; tradução de Ronaldo da Silva Legey; http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=17)
Já se passaram mais de 150 anos desde que Frédéric Bastiat escreveu seu tratado intitulado A Lei, um livrinho que questiona os estragos causados pelo socialismo, que foi empurrado sobre a França como resultado da Revolução Francesa.
Naquele panfleto singular, Bastiat mostra que quando a lei de um país apoia os sistemas de crenças morais do povo, defende os direitos desse povo e suas propriedades, então a lei é vista como sendo moral, uma defesa contra o mal, e aqueles que a desobedecem são vistos como imorais. O pagamento dos impostos e o cumprimento das obrigações cívicas são vistos como virtudes e aqueles que se evadem são vistos como criminosos. Entretanto, quando a lei se torna uma fonte de saque ou se coloca em oposição à moral do povo, o povo reconhece a lei como imoral e a despreza totalmente.
De fato, nestes tempos atuais, desdenhar a lei é celebrado como uma virtude. Outro livro de um autor contemporâneo, Hernando De Soto, The Mystery of Capital: Why Capitalism Triumphs in the West and Fails Everywhere Else (O Mistério do Capitalismo: Por Que o Capitalismo Triunfa no Ocidente, Porém Fracassa em Todas as Outras Regiões), mostra a mesma coisa — que a segurança da posse da propriedade privada, garantida pela lei para as classes média e baixa, sempre foi o ingrediente essencial que resulta na prosperidade usufruída por muitos países ocidentais. Sem essa segurança, onde o Estado se torna um obstáculo para o comércio ou para a propriedade privada, o povo é forçado a operar sua economia fora da lei — que é mais uma vez vista como maligna — em vez de uma força para o bem.
Essencialmente, quando um governo deixa de ser o protetor da propriedade privada e se torna um saqueador dela, esse governo se coloca em um curso de caos, ruína econômica e sua própria autodestruição final.
Os Três Passos do Socialismo
O socialismo é o mecanismo que transforma um governo de seu nobre papel de protetor para o de um predador.
Como os cidadãos do nosso belo país parecem determinados a seguir o socialismo até seu amargo fim, devemos examinar o território para o qual esses três passos levam. O resultado principal do socialismo é a destruição da propriedade privada e da riqueza.
Os eventos descritos neste artigo são uma combinação dos estragos que o socialismo causou em diversos países. Obviamente, os países não experimentem todos os eventos descritos aqui (lembre-se, esta é uma combinação e variantes serão encontradas em cada exemplo histórico), mas todos os países socialistas no fim seguem o mesmo caminho para a desgraça. Nosso país não precisa seguir esse caminho, mas parece determinado a fazer isso.
Saindo para Ver o Mágico
Um dos grandes perigos de qualquer governo “pelo povo” é que mais cedo ou mais tarde seus políticos descobrem que podem aprovar bondades usando o dinheiro alheio. A primeira experiência deles com esta nova e audaciosa aventura, invariavelmente, gira em torno dos programas sociais criados em nome da moralidade e do bem público — ou até mesmo para solucionar alguma crise do tempo presente.
Que se oporia a isto? Afinal, você não se preocupa com o povo, com o bem-estar da nação ou com o meio ambiente?
O poder de atração desse argumento tem sido absolutamente irresistível, desde os tempos do Império Romano, das Revoluções Francesa e Bolchevique, até os grandes “partidos socialistas” que existem nos EUA (Democrata e Republicano — ambos seguem uma linha socialista, porém com graduações diferentes.).
Estágio 1 — O Argumento Moral: uma Promessa de Algo de Graça
O argumento moral que afirma que podemos finalmente solucionar a pobreza, a dor, a doença e a fome com dinheiro “grátis” parece bom demais para ser verdade. Ele geralmente é, mas agrada aos ouvidos do público. Para financiar esses supostos programas morais, o patrimônio de cidadãos generosos precisará ser caladamente tributado em nome do bem público.
Somente algumas vozes sábias e isoladas advertem que esse bebê-dragão, que acaba de sair do ovo, crescerá até se tornar um monstro que solta fogo pelas ventas. Mas, não tenha medo; as vozes sábias são geralmente silenciadas pelos “políticos gentis”, que ferozmente retratam aqueles que protestam como indivíduos mesquinhos e que querem bloquear o caminho para a sociedade perfeita. Afinal, como poderia algo tão nobre prejudicar o país?
A princípio, somente os ricos é que são solicitados a fazer uma “contribuição justa”. Nos EUA, o Imposto de Renda afetava originalmente somente os indivíduos das classes sociais mais altas. Nesse estágio preliminar, poucos reclamam e todos parecem felizes, exceto aquelas vozes irritantes que ainda advertem acerca das terríveis consequências que estarão à frente — aquelas vozes que os legisladores gentis querem simplesmente calar. Mas, sem levar em conta essas advertências, o povo tem pouco a temer, pois os legisladores gentis parecem ser heróis, colocando nossos pés firmemente no caminho para a utopia. Logo em seguida, eles prometem de tudo para os que nada têm, afirmando que aqueles que agora têm, terão apenas um pouquinho a menos. Afinal, eles dizem, é apenas a “contribuição justa” que eles precisam fazer.
Mas, o tempo passa e gradualmente o número de pessoas dependentes desses programas incha com as ofertas de serviços públicos “gratuitos”. Aquilo que é grátis vende bem, e isto é o que os políticos querem: vender seus programas. À medida que os programas aumentam, eles se tornam pesados, requerendo burocracias inchadas para gerenciá-los e conter as inevitáveis fraudes e corrupções que aparecem. Isto, por sua vez, consome uma parte cada vez maior da receita obtida com os impostos e aloca cada vez menos, aos beneficiários originalmente previstos.
De modo a controlar o caos de um grande número de pessoas procurando obter algo de graça, grandes volumes de leis e regulamentações precisam ser instituídas para controlar quem pode obter o que, onde e quando — e quem serão os “doadores” e os “beneficiários”. Agora, os burocratas que administram esses programas também dependem deles para ganhar a vida. Isto entrincheira o programa e garante sua progressão para o Estágio 2.
O Dragão Mágico Não É Mais Engraçadinho
Em algum ponto ao longo do caminho, os legisladores gentis descobrem que seu bebê-dragão cresceu e está rosnando muito contra eles. Ele quer mais comida. Eles não o controlam mais; ele é que os controla. Entretanto, de modo a reter suas posições de prestígio, fontes cada vez maiores precisam ser encontradas para alimentar seu animal predador, cada vez mais rapace.
A fonte de alimento (a carga tributária) rapidamente, também, é colocada sobre a classe média, pois os políticos gentis explicam que os ricos estão sendo sobrecarregados. Concomitante com o aumento dos impostos, o milagre da tributação oculta por meio da inflação monetária é descoberto. O Banco Central começa a imprimir mais e mais dinheiro, para permitir que os bons tempos continuem além e acima do que a tributação direta permite.
Este processo de inflação monetária resulta em corrosão no valor da moeda, fazendo os cidadãos trabalharem cada vez mais e correrem de um lado para outro, de modo a compensar a perda do valor da moeda e o concomitante aumento geral nos preços. Isto acontece de forma lenta a princípio, mas acelera ao longo de um caminho insidioso e exponencial. No fim, ele destrói tudo aquilo que a classe média trabalha para conseguir.
Fontes adicionais de sustento para o réptil, chamadas de “canais de receita” são criadas. Mais taxas, multas, seguros obrigatórios e licenças são requeridos para fazer quase todas as coisas, aumentando o custo dos bens, produtos e serviços. Acoplado com isto, há um incrível aumento de regulamentações e novas leis para tornar os negócios muito mais difíceis de realizar. As grandes empresas conseguem absorver esses custos, porém a classe média eventualmente se revolta com a pressão. O dragão nunca está satisfeito.
Estágio 2: Guerra Silenciosa Entre o Governo e Seus Cidadãos
Em algum momento, as massas ignaras começam a desconfiar que seus políticos não são realmente gentis, muito menos benevolentes. É aqui que surge uma guerra silenciosa entre o governo e a população. É uma transição difícil de distinguir, quando os políticos ainda afirmam serem gentis, mas o povo reconhece que eles deixaram de ser protetores do bem público e da propriedade privada e se transformaram em saqueadores deles. Esta é uma transição da moralidade para a imoralidade.
A transição descrita por Bastiat não ocorre de uma só vez, mas de forma gradual. Os membros da classe produtiva da sociedade descobrem que estão trabalhando como camelos, mas que não chegam a lugar algum. O dinheiro que conseguem ganhar é confiscado pelos impostos e corroído pela inflação. Sobra muito pouco no fim do mês e as poupanças acumuladas ao longo da vida estão sendo destruídas enquanto os políticos dizem que “está tudo bem”. Surge uma dissonância cognitiva entre as dificuldades que os trabalhadores experimentam e os bons tempos que os políticos prometem.
Mas, os amigos do dragão — aqueles que recebem os benefícios dos programas de bem-estar social — ainda insistem que as intenções do dragão são morais, embora seus métodos não sejam. Quando as alíquotas dos impostos sobem para níveis confiscatórios, a autopreservação se estabelece e as pessoas começam a tomar medidas defensivas contra aquilo que não veem mais como “dever moral”, mas um roubo sancionado de forma juridicamente legal. Embora as pessoas façam isso, elas fingem que os políticos gentis estão corretos, embora saibam bem o que se passa.
Os ricos percebem o que está acontecendo e transferem seu patrimônio para o exterior e, algumas vezes, eles mesmos se mudam para outro país, retirando-se fisicamente do alcance do dragão. Esses indivíduos têm os meios para estruturar suas finanças de modo a preservar sua riqueza. Além disso, os políticos frequentemente estão nessa classe social, de modo que não vão permitir que o dragão devore sua riqueza pessoal. Infelizmente, a classe média não tem essa opção, de modo que luta contra o dragão usando manobras evasivas. Os cidadãos começam a sonegar os impostos e procuram ocultar o patrimônio tributável. Sempre que possível, as transações comerciais são ocultadas dos olhos atentos do dragão faminto.
À medida que a tributação e a inflação devoram o poder de compra da classe média, uma economia informal vibrante aparece, utilizando o escambo, dinheiro vivo, moeda estrangeira, metais preciosos e qualquer outro meio que permita esconder as transações tributáveis. As leis regulatórias são ignoradas, à medida que as pessoas tentam “ver como conseguem escapar”. Frequentemente, essa economia subterrânea tem um componente no crime organizado (isto aconteceu na antiga União Soviética).
A segunda metade do Estágio 2 dessa guerra entre o governo e os cidadãos inicia quando o dragão responde à crescente oposição. Uma quantidade enorme de leis, portarias, regulamentações e um número cada vez maior de multas, confiscos e até pena de prisão são impostos sobre a população.
Para conter o desmedido desrespeito à lei, o dragão quer monitorar tudo o que os cidadãos fazem, de modo a garantir que os tributos (o saque) sejam pagos. Tudo isto é feito em nome do “império da lei” e da ordem pública. Os direitos civis são reduzidos, tudo em nome da moralidade e da segurança pública.
De vez em quando a atribulada classe média pede que os políticos gentis resolvam o problema — sem saber que foram esses mesmos políticos gentis que criaram o problema. Mas, os políticos estão mais do que contentes em serem vistos como matadores de dragões e, portanto, criam uma série de bodes expiatórios para o problema, transferindo a culpa pela bagunça e estabelecendo uma nova série de programas para supostamente corrigir o dilema. Na realidade, eles apenas retardam a dor, colocam o dragão em uma dieta com anabolizantes e tornam o problema ainda pior.
Esta guerra não ocorre sem vítimas. À medida que se torna cada vez mais difícil para as pequenas empresas operarem nessa atmosfera envenenada por impostos, taxas, multas, licenças, regulamentações e fiscalizações, mais pessoas da classe média desistem de lutar e entram na dependência do governo. As pequenas empresas fecham ou passam a operar na economia informal.
À medida que a inflação devora as economias feitas ao longo da vida, as pessoas se sentem derrotadas. Os aposentados têm uma vida difícil, pois aquilo que obtiveram ao longo de uma vida de trabalho é destruído. A maior parte da classe média cai inexoravelmente na pobreza.
O desrespeito às leis se torna comum. No vale-tudo, cada um se preocupa somente consigo mesmo e ninguém pode se dar ao luxo de obedecer às leis. As prisões ficam abarrotadas com infratores que tiveram o azar de serem pegos. À medida que leis mais complexas são aprovadas continuamente, todos os cidadãos se tornam eventualmente infratores de alguma lei. Isto também se torna evidente na classe alta, quando os escândalos e acusações de corrupção se tornam públicos.
Isto permite que o dragão busque pretextos para confiscar o patrimônio dos cidadãos. Empresas são estatizadas e controles de preços e salários são instituídos. A posse de propriedades é transferida à força daqueles que se opõem ao dragão para aqueles que o apoiam. Planos de previdência são colocados sob a “proteção” do governo e seus possuidores recebem Notas Promissórias emitidas pelo governo. Propriedades são confiscadas sob a mera alegação de atividade criminal. De fato, as agências governamentais de imposição da lei encorajam seus membros a saquear. Algumas vezes, esses agentes da lei fazem acertos com o crime organizado. A lista de possibilidades de saque-e-defesa é surpreendente.
Em um esforço de fazer parar a sangria, a classe média começa a colocar para fora os políticos corruptos, somente para eleger outro grupo de corruptos. Isto tem pouco efeito, pois o dragão agora é um monstro que vive por conta própria e não precisa mais de políticos gentis. Por volta deste ponto a situação já está muito clara; os pequenos e médios empresários, os sitiantes e fazendeiros, todos sabem quem é o inimigo — é o dragão.
Não existem mais ilusões que os políticos são “gentis” ou que atuam com os melhores interesses da população em vista. À medida que a segurança da posse de propriedade declina, os investimentos fogem do país e o ambiente econômico se torna instável; ninguém quer investir em um país em que a tributação sobre os lucros é muito pesada. Além disso, ninguém quer se sujeitar à possibilidade do confisco direto com base na acusação de ter violado uma pletora de leis desconhecidas e impossíveis de serem observadas. Operar um negócio nesse ambiente é simplesmente arriscado demais.
Quando administrar uma empresa se torna arriscado, os investimentos desaparecem e com eles os empregos, aumentando ainda mais as dificuldades dos trabalhadores das classes média e baixa. As pequenas empresas são sempre as principais provedoras de emprego e são as que mais sofrem abusos. No fim, os ricos nunca são sobrecarregados, a classe média é destruída e os pobres descobrem que não existe almoço grátis.
Estágio 3: Um Dia de Fúria e de Pranto
Chega um momento em que o dragão não consegue mais manter suas promessas. É neste último estágio que os eventos se tornam realmente feios e caóticos. Este é um tempo perigoso — um tempo pelo qual país algum deveria querer passar.
Os políticos começam a ser vistos como lobos vorazes. Surgem acusações e atribuições de responsabilidades entre eles, mas, ao mesmo tempo, eles tentam manter suas posições privilegiadas.
A fé no governo se dissolve junto com a fé na moeda. A desobediência generalizada à lei torna-se comum e ninguém mais paga seus impostos. Como se a situação não estivesse má o suficiente, a criminalidade organizada e a aleatória começam a florescer. A economia interna entra em colapso, caindo na depressão e a moeda nacional não é mais uma medida válida para a riqueza — ela se desintegra.
Por volta deste tempo aparecem vários grupos de pessoas indignadas que se tornam violentas. O primeiro grupo consiste daquelas que eram dependentes do dragão em seus programas gratuitos e, uma vez que o dragão renega suas promessas de prover esses “serviços”, as pessoas se tornam indignadas com a violação de seus direitos imaginados de receberem almoços grátis. Esse grupo pode incluir os idosos que pagaram suas contribuições previdenciárias durante décadas, mas agora descobriram que o dragão gastou tudo antes de eles se aposentarem. O segundo grupo é a classe média, que foi sobrecarregada com impostos, taxas, multas e contribuições para alimentar o dragão e seus amigos. Durante o processo, a classe média perdeu todo o seu meio de vida e seu patrimônio.
É neste ponto que muitas revoluções ocorrem. Algumas vezes, as revoluções não envolvem derramamento de sangue e ocorrem somente nas urnas; outras vezes, porém, elas são terrivelmente violentas.
Este é um tempo perigoso, pois o caos causado pela ruptura da ordem econômica e política, acoplada com o colapso da moralidade, frequentemente requer a força bruta para restaurar a ordem. A força bruta é um terreno fértil para os ditadores e para a destruição dos direitos.
Uma das grandes ironias da história é que aqueles que causaram a bagunça — e se beneficiaram com ela — raramente são chamados para pagar pelos crimes e pela carnificina que causaram.
Finalmente, o dragão morre.
Conclusão
As nações enlaçadas no socialismo não passam por todos os eventos descritos anteriormente, que são uma composição de experiências vivenciadas no passado por diversas nações diferentes. Nossa nação pode dar a volta a qualquer tempo, desde que esteja preparada para a disciplina, para suportar a dor necessária para sair da fila de dependência do governo — de forma muito parecida como um viciado precisa de determinação para superar seu vício. Poucas sociedades querem enfrentar essa realidade, de modo que elas se condenam aos três estágios. Além disso, quanto mais tempo uma nação demora para fazer as mudanças necessárias no rumo, pior será a dor requerida depois para alcançar a recuperação.
As discussões sobre moeda, energia e direitos de propriedade, entre outras, estão hoje carregadas por tanta eletricidade estática e existem tantas argumentações por todos os lados que a pessoa mediana tem pouca compreensão real do que está acontecendo. Frequentemente, os políticos de partidos diferentes se acusam quando, na maioria das vezes, eles todos são responsáveis por tocarem a lira enquanto Roma se incendeia.
Nosso país está realmente em uma encruzilhada econômica e moral, tendo já iniciado o Estágio 2 do triste caminho até o socialismo. Se o país irá ou não passar pelos três estágios é algo que teremos de esperar para ver. Uma grande coragem moral é necessária para evitar isto.
Infelizmente, os políticos tendem a não serem indivíduos de moral e nem de coragem.
Assim, depende de nós mesmos tomarmos ações que sejam morais, juridicamente legais e necessárias para vermos nossas famílias e amigos em segurança no meio da tempestade.
Autor: John Loeffler, artigo em http://www.forcingchange.org, Volume 2, Edição 9.
Data da publicação: 11/1/2012
Transferido para a área pública em 6/5/2013
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/socialismo.asp